Cleptocapitalismo
Por que o capitalismo à brasileira se tornou um jogo de rouba monte e de apropriação imoral
Lojas Americanas, Banco Master, Ambipar, Raizen, Reag, Odebrecht, Braskem, Oi, OGX, PDG Realty… há um passado não muito distante, esses nomes representavam empresas tidas como assombrosas, poderosas, influentes. No entanto, infladas de modo artificial ou anticonvencional, foram à lona ou padecem, moribundas, nos escaninhos embolorados do capitalismo à brasileira.
O que acontece quando olhamos atentamente para empresa de influência desmedida? Por que, afinal, mesmo alguns ícones celebrados do mundo corporativo nacional exibem pés de barro em trajetórias pouco ou nada edificantes à luz das práticas comerciais, financeiras, políticas?
A resposta é ambivalente e estranha aos livros de gestão e negócios: o capitalismo brasileiro é recheado de pessoas que querem enriquecer e se dedicam a exibir riqueza às custas …



